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Não há quem negue a influencia que a produção de J.K. Rowling exerce sobre os jovens leitores. Meninos e meninas se dedicam horas a fio com as aventuras de Harry Potter e, de carona nessa mágica, professores têm se aproveitado dos textos para explicar gramática e incentivar a leitura de outros livros. Justamente por isso, há o reconhecimento da crítica à coleção. Confira os prêmios literários já conquistados.
Harry Potter e a Pedra Filosofal
· Nestlé Smarties Book Prize 1997 Gold Medal 9-11 years
· FCBG Children’s Book Award 1997 Overall winner and Longer Novel Category
· Birmingham Cable Children’s Book Award 1997
· Youg Telegraph Paperback of the Year 1998
· British Book Awards 1997 Children’s Book of the Year
· Sheffield Children’s Book Awards 1998
· Whitaker’s Platinum Book Award 2001
Harry Potter e a Câmara Secreta
· Nestlé Smarties Book Prize 1998 Gold Medal 9-11 years
· Scottish Arts Council Children’s Book Award 1999
· North East Book Award 1999
· North East Scotland Book Award 1998
· British Book Award 1998 Children’s Book of the Year
· FCBG Children’s Book Award 1998 Overall winner and Longer Novel Category
· The Booksellers Association/The Bookseller Autor of the Year 1998
· Whitaker’s Platinum Book Award 2001
Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban
· Nestlé Smarties Book Prize 1998 Gold Medal 9-11 years
· Whitbread Children’s Book of the Year 1999
· British Book Award 1999 Author of the Year
· The Booksellers Association/The Bookseller Autor of the Year 1998
· FCBG Children’s Book Award 1999/Longer Novel Category
· Whitaker’s Platinum Book Award 2001
Harry Potter e a Ordem da Fênix
· Scottish Arts Concil Book Award 2001
· Children’s Book Award in 9-11 category 2001
· Winner of the Hugo Award
· Whitaker’s Platinum Book Award 2001
Feijõezinhos de todos os sabores, uniforme de Hogwarts, jogo de xadrez bruxo, cadernos e estojos escolares, kit para poção Polisuco, camisetas e agasalhos com estampa dos personagens, jogos para computador – existem produtos Harry Potter para todo tipo de trouxa (pessoas não-bruxas, bem entendido).
A mina de ouro são os brinquedos, como bonequinhos dos personagens e legos. Essa fatia do bolo pertence à Mattel, empresa que também fabrica a boneca Barbie. Estima-se que os lucros até agora tenham sido de 150 milhões de dólares, segundo levantamento feito pela revista Forbes em seu especial Bilionários 2004.
Muito do que existe para vender esta na Internet. O site Warner Bros (www.wbshop.com) é de deixar qualquer pottermaníaco com ataque de consumo. Se durante uma navegada sem compromisso você for fisgado, prepare-se para quebrar os cofrinhos, porque os preços são todos em dólar.
No Brasil, o mais fácil é encontrar os brinquedos e materiais escolares.
Sabor Surpresa
Conseguiram reproduzir os famosos confeitos do mundo bruxo – os feijõezinhos de todos os sabores. Segundo o fabricante, você vai encontrar até aqueles com gosto de cera de ouvido.
www.candyhouse.com/harrypotterbox.html
Aula de Poções
Sob o pretexto de fazer poção Polisuco, aquela que transforma Rony e Harry nos sonserinos Crabble e Goyle, a Mattel lançou um kit para preparar coquetéis especiais, que podem ser tomados de verdade.
www.mattelgames.com/harrypotter/us/product.asp
Me aqueça nesse Inverno
As temperaturas brasileiras nos dias de inverno nunca serão tão mínimas quanto os dias brancos de Hogwarts. Ainda assim, quem não gostaria de um cachecol de lã nas cores da casa de Harry, Rony e Hermione?
www.wbshop.com/catalog/product.xml
Os fãs brasileiros que completaram a leitura da série já devoraram 2.188 páginas de aventuras do menino bruxo. Aqueles que optam pela versão britânica, da Bloomsbury, chegaram à marca de 2.194 páginas. A diferença, além da própria língua, tem haver com o tamanho e tipo das letras, que variam conforme o editor.
Indiscutivelmente, os livros de Rowling são um marco na literatura infanto-juvenil. Não apenas pela qualidade do texto, mas pelo volume de leitura que exige de seus leitores. A cada ano Harry em Hogwarts, a trama ficando mais complexa e mais longa. O menino bruxo chega ao final do quinto livro na versão brasileira com mais de 700 páginas de aventura, 440 a mais que em seu debute em Hogwarts. Na opinião da tradutora Lia Wyler, isso pode ser uma estratégia da autora, pois, no sistema educacional inglês, os livros escolares também vão se incorporando e se tornando mais complexos à medida que os alunos avançam no currículo.
No total, foram 254 milhões de exemplares vendidos em 200 países, traduzidos em 61 línguas diferentes. Somente no ano passado, isso rendeu à escritora um “salário” 211 milhões de dólares e a fez mais rica que a rainha da Inglaterra, segundo a revista Time. Além disso, J.K. Rowling também foi considerada uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, porque suas histórias estão envolvendo toda uma geração de crianças, incentivando-as a ler mais, tanto as aventuras de Potter como outros tipos de literatura.
Apesar de ela ser britânica, sua maior audiência está no Estados Unidos – o grande mercado consumidor do mundo. As vendas da Ordem da Fênix já atingiram 12 milhões de cópias, de acordo com a revista Forbes. Traduzido em cifras, foram 185 milhões de dólares em apenas seis meses para a editora americana Scholastic. A casa editorial de Harry, a Bloomsbury, também não tem do que reclamar: a Ordem da Fênix vendeu 1.777.541 exemplares no Reino Unido no primeiro dia, segundo a rede de notícias BBC.
A Bloomsbury, com certeza, não esperava tanto lucro quando apostou na desconhecida autora que morava na Escócia. Graças à agradável surpresa, a editora pôde continuar investindo em novos talentos, Como Bem Schott e Donna Tart. E também lucrar com eles: hoje os dois autores estão nas listas de mais vendidos no Reino Unido.
No Brasil, os números são mais modestos, assim como tudo que envolve o nosso mercado editorial. Os quatro livros anteriores alcançaram juntos a marca de 1,5 milhão de exemplares vendidos, colocando o bruxinho na lista de recordes em terras brazucas. Harry Potter e a Ordem da Fênix teve uma tiragem de best seller – 300 mil exemplares.
Os originais foram traduzidos em 61 línguas e vendidos em 200 países, segundo levantamento da revista Time. Há versões até em grego antigo e latim – esta com o título Harrius Potter et Philosophi Lápis, lançada em julho de 2003. A tradução latina do primeiro livro da série pode ser comprada pelo site Amazon.com. Só para matar a curiosidade, o primeiro capítulo se chama “Puer qui Vixit” e começa assim: “Dominus et Domina Dursley, qui vivebanti in aedibus Gestationis Ligustrorum numero quattuor signatis...” Para ler e impresionar os amigos, lembre-se: em latim, a letra V tem som de “U” e o X, som de “KS”, como em táxi.
No embalo do lançamento de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (em junho de 2004) a revista “Mundo Estranho” lançou uma série de “revistas de bolso” (formato americano; 17 x 26 cm).
Intitulada 100 Respostas, a revista prometia findar com todas as cem mais intrigantes perguntas sobre o mundo criado por J.K. Rowling.
Eu sei que isso já foi há muito tempo, mas, é ótimo para quem quer testar os seus conhecimentos, ou mesmo como manual sobre o mundo mágico.